Pesquisas
- O site OKCupid de vez em quando faz umas pesquisas através do twitter e constatou, com uma amostragem de 21.315 pessoas entre 18 e 24 anos, que as pessoas que utilizam microblogging se masturbam mais do que as pessoas que não utilizam o serviço.
- Ao contrário do que a maioria das pessoas imaginavam, os homens tendem a falar o “eu te amo” primeiro do que as mulheres. Segundo duas pesquisas oriundas dos EUA e de Cingapura, 700 pessoas (entre 18 e 69 anos) fizeram um série de testes e além de descobrir o pioneirismo dos homens, eles ficam mais felizes e emocionados quando ouvem um “eu te amo“.
- Em uma pesquisa feita nos EUA, 75% dos participantes assumiu usar o linguajar fofinho com o parceiro. E, segundo os pesquisadores, os casais que falavam nesse dialeto demonstraram maior satisfação, intimidade e segurança no relacionamento, além de terem uma vida sexual mais movimentada.
- Direto do Canadá e da Escócia, pesquisadores descobriram que inconscientemente analisamos o tom de voz de nossos parceiros para medir o “perigo” de sermos traídos. A explicação é que um tom de voz mais grave (no caso dos homens) ou mais agudo (nas mulheres) indica níveis maiores de testosterona e estrogênio, hormônios que aumentam a propensão a trair.
- A Organização das Nações Unidas (ONU), concluiu que a taxa de fertilidade no Haiti triplicou após o terremoto que devastou o país em janeiro de 2010. Tudo porque, com os hospitais destruídos pela tragédia, a oferta de contraceptivos diminuiu. E, além de contarem com menos preservativos, os sobreviventes teriam passado a transar mais para combater o estresse.
- Em um estudo, mais de cem pessoas tiveram de dizer se 50 objetos se encaixavam parcial ou totalmente ou se não se encaixavam em nenhuma das categorias apresentadas. As mulheres tinham 23% mais chances de escolher a opção parcial. Suas respostas indecisas foram dadas a perguntas polêmicas, como “A pintura é uma ferramenta?” ou “O tomate é uma fruta?”. A maioria dos homens ficava feliz ao decidir, por exemplo, que um tomate é uma fruta (ou não), enquanto as mulheres diziam que ele “meio que” pertence à categoria das frutas.
- A Universidade de Milão analisou casais de 94 países e constatou: as pessoas ficam mais infelizes quando têm filhos. Os pesquisadores atribuíram esse efeito às despesas geradas pelas crianças, que levam ao empobrecimento e à queda na felicidade dos pais. Segundo o estudo, ter filhos só traz felicidade a pessoas ricas ou viúvas.