quarta-feira, 21 de julho de 2010

Touch for the very fisrt time


Apesar do instinto de inveja que perpetua nas características femininas, conseguimos nos unir em discussões qual for nossa idade, cultural ou qualquer outra coisa quando o tema em pauta são os homens, e junto com eles inevitavelmente em uma parte de nossas vidas começamos a falar sobre uma das maravilhas da natureza: sexo. Porém minhas amigas da capital e do interior são diferentes no método de abordar este tema. Sem ofensa a nenhuma das partes, mas as garotas de Campinas são sexualmente ativas, enquanto as de São Paulo em suma maioria nem sequer se masturbam direito. Em compensação, a ironia é que o jeito que abordamos esse tema nas duas situações: em Campinas falamos sobre, porém, não sei se é a falta de intimidade, mas não são revelados tantos detalhes das relações quanto em SP, falamos que fizemos, mas não o que fizemos. Não que as campineiras são promiscuas encobertas e as paulistanas crentes do c* quente, pois eu tenho amigas promiscuas e recatadas nas duas cidades, isto é apenas uma generalização. Mas eu fico me perguntando: será que as garotas de SP se sentem pressionadas em perder a virgindade das suas vidas pela repressão social que recai sobre nós? O realismo da cidade nos faz ter maior racionalidade na condição de que sexo não é como comer chocolate? Quando você está com vontade vai lá e come e depois ve que fez besteira! E será que as interioranas tem uma vida mais solta e levam tudo de uma maneira mais natural? Se você vive no 'campo' não sofre tanto e tudo soa de um jeito mais naturalista te permitindo se entregar aos desejos carnais de um homem? E se o sinal de que a hora finalmente chegou é encontrar o cara certo, em qual lugar seria mais fácil encontra-lo: na cidade grande ou no interior?